Perguntas frequentes

Como faço para acionar a assistência técnica?

A Romagnole, oferece assistência técnica a todos seus produtos. Você pode solicitar através do Formulário de Contato, preenchendo seus dados e selecionando a opção ‘Assistência técnica’ ou clicando aqui.

O que são artefatos de concreto?

É um termo comum dado a peças geralmente grandes feitas de concreto. O CNAE (Código de Atividades Empresariais) as define como peças pré-moldadas ou pré-fabricadas com função estrutural. Muito comuns na construção civil e em redes de distribuição de energia elétrica.


Qual a diferença entre concreto e cimento?

Embora sejam frequentemente usados como sinônimos, cimento e concreto são termos distintos e têm aplicações distintas.

O cimento é um pó fino feito de calcário e outros minerais que, quando adicionado à água, serve como ligante para o concreto, ou seja, é um dos elementos do concreto.

O concreto, por sua vez, é obtido a partir da mistura de cimento, água, pedra (brita) e areia. E se, após isso, receber metal, torna-se concreto armado.


O que é concreto armado?

São estruturas de concreto que possuem barras de aço em seu interior.

O concreto é conhecido por sua alta capacidade de compressão, mas apresenta deficiência na resistência a tensões de tração. A adição de reforços de aço ao concreto supera essa deficiência e a estrutura de concreto se torna mais resistente.


Como são feitos os postes?

Eles são feitos de concreto armado, ou seja, concreto e uma estrutura de aço em seu interior.


Quais tipos de postes são oferecidos?

Os postes de entrada de serviço são oferecidos para iluminação pública, distribuição e transmissão de energia.

Qual é a diferença entre um poste duplo T tipo B e um poste circular tipo R?

A principal diferença entre o poste duplo T tipo B e o poste circular tipo R é o tipo de seção transversal.

O modelo duplo T possui seção transversal semelhante a um H, sendo a face lateral fechada B e a face lateral aberta A. A resistência de cada face é diferente, sendo que a face A resiste à metade da carga nominal aplicada à face B. Por exemplo, um poste com carga nominal de 300 daN, face B, possui capacidade nominal de 150 daN na face A.

O poste circular R, como o próprio nome sugere, possui seção transversal circular e, neste caso, a resistência em todas as direções é a mesma. Portanto, um poste de 300 daN possui capacidade nominal de 300 daN em todas as direções.

Quando é utilizado o poste Duplo T tipo B e Circular tipo R?

Isso depende da região. No caso do Paraná e de Santa Catarina, as empresas Copel e Celesc utilizam o poste duplo T tipo B em sua rede de distribuição. Nessa situação, toda a rede é projetada e projetada para utilizar esse tipo de poste, evitando esforços torcionais.

Em regiões como os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, os modelos mais utilizados são os postes circulares tipo R.

Qual o comprimento do poste?

O comprimento do poste pode variar de acordo com o projeto da rede.

Postes de entrada de serviço variam de 6 a 7,5 m de comprimento.

Postes de rede de distribuição tipo D variam de 7 a 12 m. Postes B e R podem variar de 9 a 20 m.

Postes de transmissão de energia podem atingir 35 m de altura ou mais.

Qual é o comprimento de embutimento de um poste?

O embutimento do poste pode variar de acordo com seu comprimento. Para calcular esse embutimento, utilizamos a fórmula estabelecida na NBR 8451, onde E = Comprimento x 0,1 + 0,60. Onde E é o comprimento de embutimento.

Por exemplo, um poste de 12 m será embutido a 1,80 m (E = 12 x 0,1 + 0,60).


Qual poste usar para um modelo específico de transformador?

Primeiramente, é necessário saber quais forças estão atuando naquele ponto da rede. Essas informações devem ser consultadas com o projetista da rede, para então determinar a adequação do tipo de poste.


O poste pode ser usado como refletor?

Em alguns casos, sim. Para definir o modelo do poste, é necessário saber o modelo e a quantidade de refletores que serão utilizados.

Qual a função da Cabine Primária?

Este equipamento é instalado no ponto de entrada de energia elétrica no estabelecimento, conectando o sistema interno à rede de distribuição da empresa local. O produto é composto por módulos interligados, sendo eles: entrada de cabos subterrâneos e dispositivos de medição/faturamento(fornecidos pela companhia elétrica), seccionamentos, proteção geral e chaveamento dos transformadores.

 

Quais os tipos de cabines existentes?

Cabine homologada:

São modelos que possuem módulos destinados às empresas de energia. Esses módulos abrigam os equipamentos que coletam dados para medição/faturamento e para abrigar transformadores de doação, quando utilizados.

Cabine ABNT:

São modelos de uso particular, destinados ao controle e proteção de redes internas, bem como seccionamento, abrigos para transformadores e/ou quadros de distribuição de baixa tensão.

 

Quando a cabine primária é utilizada?

Com o uso de uma cabine primária metálica, é possível controlar, medir, proteger e distribuir energia elétrica com segurança e eficiência, atendendo toda a planta da empresa. Sua aplicação é viável tanto para novos projetos quanto para instalações já consolidadas que necessitem de aumento de carga ou reestruturação do sistema de entrada de serviço.

 

Quais são os procedimentos de instalação?

A instalação da cabine na rede elétrica deve ser realizada por um técnico autorizado, que supervisionará a instalação com a devida segurança.

Antes de energizar a cabine, verifique se todas as conexões de energia estão corretamente conectadas. Se necessário, reaperte todos os pontos conectados. Verifique também o valor nominal da resistência ôhmica da malha de aterramento.

Ao realizar as conexões, faça-o de acordo com os diagramas fornecidos.

As entradas e saídas dos cabos devem ser completamente vedadas após a instalação dos mesmos, a fim de impedir a entrada de animais e insetos, prevenindo curtos-circuitos elétricos.

 

Quem deve instalar a cabine?

A cabine deve ser instalada por pessoal técnico treinado, qualificado e autorizado pela empresa de energia local, em conformidade com suas especificações técnicas de instalação e normas de segurança. Nenhuma fonte de tensão deve ser conectada ao enrolamento secundário (TP de serviço auxiliar, TC de proteção ou qualquer outro dispositivo de indução), pois este procedimento pode induzir altas tensões no enrolamento primário, o que pode levar a acidentes graves com risco de morte. Ao manusear a cabine, os responsáveis devem utilizar equipamentos de proteção individual, como vestimenta isolante adequada, luvas, óculos de segurança, capacete, bastão de manobra e outros relacionados às normas de segurança.

 

Como devo descarregar a cabine?

A cabine deve ser movimentada utilizando os ganchos de suspensão e nunca por empilhadeiras, tomando cuidado para não danificar a pintura, o que pode causar problemas de corrosão após a instalação. Antes de movimentar a cabine, certifique-se de que o equipamento de suspensão seja capaz de suportar seu peso. Cabos ou correias desgastados não devem ser usados para içar a cabine.

 

Como é a base de instalação da cabine?

A base utilizada para fixar a cabine deve ser dimensionada para suportar seu peso.

A cabine deve ser instalada na base de forma a corrigir quaisquer imperfeições entre as duas, evitando assim a entrada de poeira e insetos, que podem causar curto-circuito.

Certifique-se também de que a cabine esteja conectada a um ponto de aterramento permanente com baixa resistência ôhmica. Há dois terminais de aterramento na cabine. Um está localizado na entrada do cabo e o outro na saída do cabo.

 

Quais são os acessórios e componentes de uma cabine?

Os acessórios e componentes da cabine visam garantir a segurança do equipamento e do pessoal envolvido, são eles: 

· Mufla

· Bucha de passagem

· Pára-raios

· Transformador de corrente

· Transformador de potencial

· Chave seccionadora tripolar

· Disjuntor de média tensão

· Relé de proteção

 

Qual a função do transformador de corrente (TC) no sistema de proteção?

O transformador de corrente atua para estabelecer a corrente que deve fluir pelo circuito. Caso ocorra uma sobrecorrente no sistema, é responsabilidade do TC informar o relé sobre as ocorrências para que este possa agir e prevenir danos.

 

Qual a função do transformador de potencial (TP) no sistema de proteção?

Este equipamento é utilizado para reduzir a tensão do circuito de média tensão a níveis compatíveis com a máxima suportada pelos instrumentos internos. Essa tensão será utilizada para alimentar o relé de proteção, o sistema de ventilação e, quando necessário, pode ser aplicada em tomadas auxiliares internas.

 

Qual a função da chave seccionadora tripolar de média tensão?

Este é o dispositivo de manobra projetado para estabelecer e interromper circuitos elétricos, proporcionando uma distância de isolamento que garanta as condições de segurança especificadas em relação a quaisquer circuitos energizados.

 

Qual a função do disjuntor de média tensão?

Os disjuntores se diferenciam pelo fato de necessitarem de baixa energia mecânica para seu funcionamento. Basicamente, são um conjunto de comandos mecânicos (energia armazenada em molas) e três ampolas seladas com dois contatos: um fixo e um móvel.

Quando os contatos se separam, um arco elétrico é estabelecido através do vapor metálico e a corrente a ser interrompida flui através do plasma até a primeira passagem pelo zero da corrente. O arco elétrico é então extinto.

 

Quais são os modelos de disjuntores de média tensão?

Disjuntor a vácuo:

Possui uma estrutura robusta e compacta e é utilizado para proteger circuitos elétricos. A interrupção da corrente elétrica é feita dentro de uma estrutura cerâmica conhecida como ampola a vácuo. A ampola é completamente isolado, permitindo uma alta taxa de vácuo em seu interior e abriga os contatos fixos e móveis para a extinção do arco.

Disjuntor a gás:

Possui estrutura robusta, com comando de operação frontal mecânico ou motorizado, possui 3 polos separados e mecanicamente conectados, integrados em uma ampola isolante do tipo “sistema de pressão selado”. Esta ampola é preenchida com gás SF6 de baixa pressão para extinguir o arco.

Qual a função do relé de proteção?

O relé de proteção atua para evitar que anormalidades na rede de distribuição de energia, como: sobretensão, falha de fase ou neutro, sobrecorrente, causem danos às cargas conectadas após a cabine primário.

Como é o sistema de aterramento do cabine?

O sistema de aterramento da cabine utiliza cabos de cobre nu, de 50 mm², fixados diretamente nas estruturas internas. O instalador deve então conectá-la à malha de aterramento externa.

Todos os equipamentos, acessórios e componentes são interligados a esta malha de aterramento interna.

 

O que é o grau de proteção?

A norma NBR IEC 60529 – Graus de proteção fornecidos por invólucros é aplicada para classificar os graus de proteção nos invólucros de equipamentos elétricos com tensão nominal não superior a 72,5 kV. É a partir desta norma que temos as classificações de grau de proteção contra a entrada de água e partículas dos diversos equipamentos que conhecemos.

 

Como ocorre a troca de calor dentro da cabine?

Para que haja a necessária troca de calor dos equipamentos internos, a cabine possui um sistema de ventilação instalado em sua estrutura por meio de grades nas portas laterais.

 

Qual é o sistema de proteção para evitar altos níveis de umidade?

Para locais com altos níveis de umidade, a cabine possui um sistema que consiste na utilização de resistores internos e um termostato capilar, que é acionado caso ocorra alteração de temperatura dentro dos módulos da cabine.

 

Quais são os dispositivos de segurança para alimentar o sistema de proteção da cabine?

Disjuntor capacitivo:

Trata-se de uma fonte formada por capacitores, responsável por acionar o disjuntor e alimentar o relé de proteção em caso de falta de energia.

Fonte de alimentação ininterrupta:

Dispositivo utilizado para garantir o fornecimento de energia ao relé de proteção em caso de queda de energia

 

Quando devo realizar a manutenção preventiva?

Com exceção de manobras de emergência, é essencial que seja feito um cronograma prévio e uma lista de procedimentos a serem realizados para garantir que a manutenção seja realizada com segurança. Para realizar a manutenção programada, a cabine deve estar completamente desenergizada. Para isso:

· Desligue sempre o circuito pelo disjuntor e nunca pela chave seccionadora. Os disjuntores são projetados para suportar surtos de carga e até mesmo curtos-circuitos.

· Realize o teste de tensão com equipamento calibrado;

· Realize o aterramento temporário;

· Isole a área;

 

Como devo solicitar atendimento durante o período de garantia?

Você deve entrar em contato com o Representante Regional.

 

O que devo fazer se a cabine apresentar algum problema fora do período de garantia?

O consumidor pode realizar o conserto em qualquer empresa de sua preferência. Se precisar de alguma orientação, entre em contato com o Representante da Região.

Qual a função do Skid?

Por ser monobloco e aplicado sobre uma plataforma compacta, este produto foi projetado para faixas de potência entre 500 e 8000 kVA, fabricado em aço galvanizado de alta resistência para instalação externa IP-54, possui todos os equipamentos integrados, incluindo cubículo de média tensão (medição e proteção), transformador de potência (seco ou a óleo), quadro de distribuição (baixa tensão) e inversores, para rápida conexão à sua planta. Montado sobre uma base metálica, o Skid é fornecido pronto para uso, bastando conectar os cabos provenientes do campo através das aberturas na parte inferior, bem como preparar a plataforma de alvenaria para sua fixação. O Skid permite que a geração de energia seja realizada de forma otimizada e eficiente, minimizando o tempo de parada para manutenção ou reparos.

Quais são os tipos de Skid?

Skid de geração distribuída:

Esses modelos são altamente personalizáveis, pois podem acomodar inversores integrados à solução, compartimentados da seguinte forma: painel de proteção e medição de MT, transformador auxiliar e transformador de potência, painel geral de proteção e controle de BT, suporte para fixação dos inversores e cabos de interconexão.

Outra versão possui os inversores instalados na estrutura do módulo, compartimentados da seguinte forma: painel de proteção e medição de MT, transformador auxiliar e transformador de potência, painel geral de proteção e controle de BT.

Skid de geração centralizada:

Esses modelos são construídos para atender grandes usinas, compartimentados da seguinte forma: painel de proteção de MT, painel de controle e comunicação, transformador auxiliar e transformador de potência, bem como cabos de interconexão.

Devido à tecnologia Romagnole, os transformadores de potência para geração centralizada podem atender a um ou mais inversores centrais, reduzindo assim o número de transformadores em campo.

· Observação: ambos os modelos podem sofrer alterações de acordo com o projeto aprovado pela concessionária de energia;

Quando o Skid é utilizado?

Sua aplicação é viável para novos projetos ou para instalações já consolidadas que necessitem de reestruturação do sistema, pois sua instalação “plug and play” proporciona redução nos custos de instalação devido à mobilidade. Outra redução é em relação ao CAPEX de infraestrutura civil e cabos devido à proximidade com o QGBT e redução de OPEX em serviços e profissionais em campo.

Quais são os procedimentos de instalação do Skid?

Montado em base metálica, o Skid é fornecido pronto para uso, sendo necessária a conexão dos cabos vindos do campo através de aberturas na parte inferior, bem como a instalação e parametrização dos inversores.

Juntamente com os desenhos de aprovação do produto, é enviado o diagrama de preparação da plataforma de alvenaria para fixação do equipamento ao solo.

Quem deve instalar o Skid?

O skid deve ser instalado por pessoal técnico qualificado, habilitado e certificado pelo departamento de engenharia do proprietário, em conformidade com as especificações técnicas de instalação e as normas de segurança.

Nenhuma fonte de tensão deve ser conectada ao enrolamento secundário (TP de serviço auxiliar, TC de proteção ou qualquer outro dispositivo de indução), pois este procedimento pode induzir altas tensões no enrolamento primário, o que pode levar a acidentes graves com risco de morte. Ao manusear o skid, os responsáveis devem utilizar equipamentos de proteção individual, como roupas isolantes adequadas, luvas, óculos de segurança, capacete, bastão de manobra e outros equipamentos relacionados às normas de segurança.

Como devo descarregar o skid?

O skid deve ser movimentado pelos pontos de suspensão indicados, às vezes utilizando um “balancim” e nunca por empilhadeiras, tomando cuidado para não danificar a estrutura ou a pintura, o que pode causar problemas de corrosão após a instalação.

Antes de movimentar o skid, certifique-se de que o equipamento de suspensão seja capaz de suportar o peso. Nunca utilize cabos ou correias desgastados para içar o produto.

Como deve ser a base para fixação do skid ao solo?

A base de concreto utilizada para a fixação do skid deve ser dimensionada para suportar sua massa. O skid deve ser posicionado sobre a base de forma a corrigir imperfeições entre as duas, evitando assim a entrada de poeira e insetos, que podem causar curto-circuito.

Certifique-se também de que o skid esteja conectado a um ponto de aterramento permanente com baixa resistência ôhmica. O skid possui terminais de aterramento localizados na entrada do cabo e outro na saída.

Quais são os acessórios e componentes de um Skid?

Os acessórios e componentes de um skid visam garantir a segurança dos equipamentos e do pessoal envolvido, sendo eles:

· Silenciador

· Bucha de passagem

· Para-raios

· Transformador de corrente

· Transformador de potencial

· Transformador auxiliar (seco ou a óleo)

· Transformador de potência (seco ou a óleo)

· Chave seccionadora tripolar de média e baixa tensão

· Disjuntor de média e baixa tensão

· Relé de proteção

· Relé de temperatura

· Iluminação artificial

· Painel de controle

· Quadro geral de baixa tensão

· Cabos de comunicação e energia

· Grade de aterramento

· Caixa de contenção de óleo (capacidade pré-especificada)

Qual a função do transformador de corrente (TC) no sistema de proteção de média tensão?

O transformador de corrente atua para estabelecer a corrente que deve fluir pelo circuito. Caso ocorra uma sobrecorrente no sistema, é responsabilidade do TC informar o relé sobre as ocorrências para que este possa tomar providências e evitar danos.

Qual a função do transformador de potencial (TP) no sistema de proteção de média tensão?

Este equipamento é utilizado para reduzir a tensão do circuito de média tensão a níveis compatíveis com o nível máximo de resistência dos instrumentos internos. Essa tensão será utilizada para alimentar o relé de proteção, o sistema de ventilação e, quando necessário, pode ser aplicada às tomadas auxiliares internas.

Qual a função da chave seccionadora tripolar de média tensão?

Este é o dispositivo de manobra projetado para estabelecer e interromper circuitos elétricos, proporcionando uma distância de isolamento que garanta as condições de segurança especificadas em relação a quaisquer circuitos energizados.

Qual a função do disjuntor de média tensão?

Os disjuntores se diferenciam pelo fato de necessitarem de baixa energia mecânica para seu funcionamento. Basicamente, são um conjunto de controles mecânicos (energia armazenada em molas) e três ampolas seladas com dois contatos: um fixo e um móvel.

Quando os contatos se separam, um arco elétrico é estabelecido através do vapor metálico e a corrente a ser interrompida flui através do plasma até a primeira passagem pelo zero da corrente. O arco elétrico é então extinto.

Qual a função do relé de proteção?

O relé de proteção atua para evitar que anormalidades na rede de distribuição de energia, como: sobretensão, falta de fase ou neutro, sobrecorrente, causem danos às cargas conectadas após o skid primário.

O que é o sistema de aterramento do skid?

O sistema de aterramento do skid utiliza cabos de cobre nu, bitola 50 mm², fixados diretamente nas estruturas internas e externas. O instalador deve então conectá-lo à malha de aterramento externa.

Todos os equipamentos, acessórios e componentes são interligados a essa malha de aterramento interna.

Qual é o grau de proteção?

A norma NBR IEC 60529 – Graus de proteção fornecidos por invólucros é aplicada para classificar os graus de proteção em invólucros de equipamentos elétricos com tensão nominal não superior a 72,5 kV. É a partir desta norma que temos as classificações do grau de proteção contra a entrada de água e partículas de diversos equipamentos que conhecemos.

Como ocorre a troca de calor dentro do Skid?

Para que haja a necessária troca de calor dos equipamentos internos, o skid possui um sistema de ventilação instalado em sua estrutura por meio de grades nas portas.

Qual é o sistema de proteção para evitar altos níveis de umidade?

Para locais com altos níveis de umidade, o skid possui um sistema que consiste na utilização de resistores internos e um termostato, que é acionado caso haja variação de temperatura no interior dos módulos.

Quais são os dispositivos de segurança para alimentar o sistema de proteção de média tensão do Skid?

Disparo Capacitivo:

É uma fonte composta por capacitores, responsável por acionar o disjuntor e alimentar o relé de proteção em caso de falta de energia.

Fonte de Alimentação Ininterrupta:

Dispositivo utilizado para garantir a alimentação do relé de proteção em caso de falta de energia.

Quando devo realizar a manutenção preventiva em transformadores Skid?

Os registros operacionais devem ser obtidos por meio de leituras de instrumentos indicadores, ocorrências extraordinárias relacionadas ao equipamento, bem como qualquer evento relacionado ou não à operação do sistema elétrico, que possa afetar seu desempenho e/ou características intrínsecas.

Recomenda-se a leitura diária dos indicadores de temperatura (observar a temperatura ambiente) do indicador de nível de óleo, carga e tensão do transformador.

Verificar se a corrente, durante o horário de carga máxima, não excede seu valor nominal, para evitar que o transformador ultrapasse a elevação de temperatura especificada pelas normas.

Como devo realizar a manutenção preventiva no Skid?

Com exceção de manobras de emergência, é essencial elaborar um cronograma prévio e uma lista de procedimentos a serem realizados para garantir que a manutenção seja realizada com segurança.

Para realizar a manutenção programada, o skid deve estar completamente desenergizado. Para isso:

· Sempre desligue o circuito usando o disjuntor de média tensão e nunca usando o seccionador. Os disjuntores são projetados para suportar surtos de carga e até mesmo curtos-circuitos.

· Realizar testes de tensão com equipamento calibrado;

· Realizar um aterramento temporário;

· Isolar a área.

É necessário trocar o óleo do transformador do skid?

O óleo do transformador deve ser trocado preferencialmente quando o transformador estiver superaquecendo durante a operação normal e a viscosidade do óleo estiver baixa. A troca deve ser a mais completa possível, pois a mistura rápida de óleo novo com óleo antigo faz com que as propriedades do óleo de qualidade inferior predominem.

Ao substituir óleo removido ou com vazamento em pequenas quantidades, o óleo a ser adicionado deve estar isento de umidade, puro e com a mesma qualidade do óleo do transformador.

Um transformador a seco dispensa manutenção?

Este é um argumento normalmente utilizado por fabricantes de transformadores a seco para reforçar os benefícios deste tipo de equipamento. Embora ofereçam vantagens em termos de atividades de manutenção, é importante destacar que transformadores a seco requerem intervenções, inspeções e ensaios periódicos, como qualquer outro equipamento, para operar de forma adequada e segura.

Nesse sentido, é importante estabelecer um cronograma de atividades frequentes, para que problemas como: aquecimento excessivo, acúmulo de sujeira e contaminantes, que podem causar perda da capacidade de refrigeração e consequente perda de potência, deformações ou danos estruturais e potenciais falhas no equipamento, sejam evitados.

Como devo solicitar serviços durante o período de garantia?

Você deve entrar em contato com o representante da sua região.

O que devo fazer se o Skid apresentar problemas fora do período de garantia?

O consumidor pode realizar o conserto em qualquer empresa de sua preferência. Caso precise de alguma orientação, entre em contato com o representante da sua região.

O que é uma Rede Inteligente?

Uma Rede Inteligente é uma rede elétrica que consegue integrar de forma inteligente as necessidades de todos os usuários a ela conectados, a fim de fornecer energia elétrica de forma eficiente, econômica, sustentável e segura.

Quem pode se beneficiar da implementação de uma Rede Inteligente?

Todos os usuários, sejam eles: geradores, consumidores, prosumidores ou distribuidoras de energia elétrica.

Há aplicações para minigeração distribuída, usinas de geração de energia, autoprodutores, condomínios horizontais, subestações externas, proteção e automação de redes rurais e urbanas de cooperativas, indústrias e empresas de saneamento.

Que tipos de problemas o uso de uma Rede Inteligente pode solucionar em uma distribuidora de energia elétrica?

Apenas 5% das falhas no sistema elétrico são permanentes, outras são de natureza semitransitória ou transitória. O uso de um religador automático nesses casos de falhas transitórias pode reduzir os custos operacionais e aumentar a segurança do sistema de distribuição elétrica.

A qualidade do fornecimento de energia também pode ser melhorada com reguladores de tensão inteligentes.

O uso massivo de Smart Grid pode facilitar o planejamento da expansão da rede e a gestão de ativos, reduzir perdas técnicas e comerciais e preparar o sistema elétrico para receber Geração Distribuída (GD), veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia elétrica.

Qual a função dos religadores automáticos?

O religador automático realiza operações de abertura e fechamento na tentativa de eliminar falhas transitórias, sem a necessidade de intervenção do operador.

Quantas religações o equipamento realiza?

O religador automático permite o ajuste de 1 a 5 aberturas. O engenheiro de projeto responsável pela proteção precisa definir quantas opções de religação são permitidas.

O que acontece se o religador automático realizar a última abertura programada e a falha não for eliminada?

Se, após a conclusão dos ciclos de religamento automático, a falha permanecer na rede, o religador entrará em bloqueio após a última abertura e permanecerá nessa posição até que um comando de fechamento seja enviado por um operador.

O religador automático se aplica apenas a instalações entre seções nas linhas de distribuição?

Não. Ainda pensando na linha de distribuição, além da aplicação para proteção de seções, os religadores automáticos podem ser utilizados para transferência de carga e autorreparação. Outra aplicação para este equipamento é sua utilização como elemento de interrupção tanto em subestações de energia quanto em entradas para sistemas de geração distribuída (eólica, fotovoltaica, a gás, etc.) ou subdivisões.

Quais são as vantagens de utilizar um religador automático?

Além de sua função principal de proteção, por ser equipado com sensores de tensão e corrente, o religador automático torna-se um equipamento importantíssimo em todo o ecossistema da rede, sendo responsável por fornecer dados cruciais à concessionária. Essas informações são monitoradas e processadas pela central e são responsáveis pela assertividade na identificação do problema, reduzindo custos e o tempo de resposta para resolução das ocorrências. Essas características permitem que o religador automático integre a rede inteligente da concessionária.

Para quais níveis de tensão posso utilizar os religadores automáticos da marca Romagnole?

A Romagnole possui projetos de religadores automáticos para atender às tensões nominais de 15 kV, 27 kV e 38 kV.

Os religadores automáticos Romagnole são monofásicos ou trifásicos?

Os religadores automáticos da marca Romagnole são do tipo de atuação trifásica, com apenas um atuador para as 3 fases.

Qual é a função dos reguladores de tensão?

Os reguladores de tensão são projetados para compensar as variações de tensão na rede geradas por alterações na carga conectada à rede.

Qual é a capacidade de compensação da variação de tensão dos reguladores de tensão?

Os reguladores da marca Romagnole são projetados para compensar variações de +/- 10% da tensão nominal da rede.

Quais são as principais aplicações dos reguladores de tensão?

Os reguladores são utilizados principalmente por concessionárias de energia elétrica para compensar variações de tensão em alimentadores ou sistemas de distribuição.

Os reguladores de tensão Romagnole são monofásicos ou trifásicos?

Os reguladores de tensão Romagnole são monofásicos e podem ser instalados em arranjos de três peças para aplicação em redes trifásicas.

Quais são os possíveis arranjos de instalação para reguladores de tensão em redes trifásicas?

A instalação de bancos de reguladores de tensão em redes trifásicas é recomendada em arranjo estrela aterrada, delta fechado ou delta aberto.

Quais são as possibilidades de montagem dos reguladores de tensão?

Os reguladores de tensão podem ser instalados diretamente em postes ou em uma plataforma.

Qual a função de um transformador?

Um transformador é um dispositivo projetado para modificar os níveis de tensão e corrente elétrica, mantendo a potência elétrica praticamente constante de um circuito para outro, modificando também os valores das impedâncias elétricas em um circuito elétrico.

Quais são os tipos de transformadores?

Transformador de distribuição:
É utilizado principalmente por empresas de distribuição de energia para distribuir aos consumidores valores diferentes dos gerados, adequados a cada tipo de consumidor.
Transformadores de potência:
São utilizados para geração e distribuição de energia por concessionárias, bem como em subestações de projetos de médio e grande porte.

Qual tipo de óleo?

Óleo mineral isolante tipo A: base naftênica
Óleo mineral isolante tipo B: base parafínica
Óleo vegetal (biodegradável)

Qual a função do óleo?

A principal função do óleo é a refrigeração, servindo como meio de troca de calor entre a parte ativa e o ambiente. Outra função do óleo em equipamentos elétricos é o isolamento, onde o fluido atua como um dielétrico ou extintor de arco.

É necessário trocar o óleo?

O óleo do transformador deve ser trocado preferencialmente quando o transformador estiver superaquecendo durante a operação normal e a viscosidade do óleo for baixa. A troca deve ser a mais completa possível, pois a mistura rápida de óleo novo com óleo antigo faz com que as propriedades do óleo de qualidade inferior predominem.

Ao substituir óleo removido ou com vazamento em pequenas quantidades, o óleo a ser adicionado deve estar isento de umidade, puro e com a mesma qualidade do óleo do transformador.

Com que frequência o óleo deve ser analisado?

Anualmente, deve ser realizada uma análise do óleo isolante, por meio de coleta de amostras e ensaios físicos e químicos. Recomenda-se também a realização de análises de gases de acordo com a NBR-7274.

Para que serve o TAP?

É um dispositivo utilizado para trocar os taps de um enrolamento, e essa operação deve ser realizada com o transformador desenergizado. A troca de tap permite aumentar ou diminuir a tensão variando a relação de transformação.

Como ajustar o TAP?

A alavanca de acionamento do trocador de tensão geralmente está localizada na parede do tanque, próximo à placa de identificação. Para operá-lo, os seguintes procedimentos devem ser seguidos:

A. Verifique se o tanque está aterrado. Desconecte o transformador da fonte de alimentação.

B. Aterre todos os terminais antes de operar a manopla do comutador;

C. Desaparafuse o parafuso de trava de posição até que o indicador de posição esteja livre;

D. Mude para a posição de tap desejada;

E. Aperte o parafuso de trava de posição.

Quando o comutador não estiver sendo operado externamente, o acesso é obtido abrindo a tampa de inspeção, que, quando aberta, deve estar devidamente fechada para impedir a entrada de umidade. Tome cuidado especial para evitar que objetos metálicos caiam dentro do transformador. Caso isso ocorra, o transformador deve ser devolvido à fábrica ou a um assistente técnico para remoção do objeto antes da energização.

Qual a função do termômetro?

O termômetro possui dois ponteiros, um que indica a temperatura máxima atingida em um determinado período e o outro que indica a temperatura. Os ponteiros de conexão e o ponteiro de temperatura máxima são controláveis externamente, sendo os dois primeiros movidos apenas por ação externa, enquanto o último é acionado pela agulha de temperatura (ponteiro de arrasto) somente quando está subindo, já quando está descendo permanece estacionário, sujeito apenas à ação externa, permitindo a verificação da temperatura máxima atingida em um determinado período.

Qual a função do Manovacuômetro?

O manômetro mede a pressão e o vácuo internos no tanque do transformador. Pode ser acompanhado por contatos internos para alarme e desligamento.

Qual a função da válvula de alívio?

A válvula é um dispositivo mecânico de proteção contra sobrepressão interna, proporcionando alívio de pressão no transformador durante condições de sobrepressão, com recomposição automática da vedação quando a pressão cai. Possui um anel extrator de aço inoxidável conectado para permitir o acionamento manual, pois consiste em puxar o anel para fora do dispositivo.

Qual a função do relé de gás Buchholz?

O relé Buchholz é um acessório instalado em transformadores de potência que utilizam óleo como dielétrico e meio de resfriamento, equipado com uma reserva superior denominada “conservador”. O relé Buchholz é um dispositivo que se protege contra falta de óleo, acúmulo de gás e falhas dielétricas.
O relé possui duas formas de detecção. Em caso de pequena sobrecarga, o gás produzido pela decomposição do óleo acumula-se na parte superior do relé e força a queda do nível superior. Uma chave de boia no relé é usada para ativar um alarme. Esta opção também funciona mesmo quando o nível do óleo está baixo, como no caso de um pequeno vazamento de óleo. No caso de um arco elétrico, o acúmulo de gás é repentino e o óleo flui rapidamente para o conservador.

Qual a função do reservatório conservador?

O conservador de óleo é um acessório que visa compensar as variações de volume de óleo decorrentes de flutuações de temperatura e pressão. Ele possui formato cilíndrico, com seu eixo disposto horizontalmente e é instalado a uma altura suficiente para garantir o nível mínimo de óleo necessário para as partes que devem ser imersas.

Qual a função do relé de imagem térmica?

A imagem térmica é a técnica comumente utilizada para medir a temperatura no enrolamento do transformador. Ela é chamada de imagem térmica porque reproduz indiretamente a temperatura do enrolamento. A temperatura do enrolamento, que é a parte mais quente do transformador, nada mais é do que a temperatura do óleo somada ao aumento de temperatura do enrolamento em relação ao óleo.

Qual a finalidade do fusível de baioneta?

Os fusíveis de expulsão do tipo baioneta devem proteger o transformador contra defeitos externos considerados defeitos de alta impedância. Os fusíveis de expulsão do tipo baioneta devem ser para operação em carga e instalados internamente, imersos no óleo do tanque, e removíveis sem a necessidade de abertura do tanque. Os fusíveis de expulsão do tipo “baioneta” devem ser coordenados com a proteção de retaguarda (fusíveis tipo K, disjuntores, religadores) e seletivos com a proteção de baixa tensão (fusíveis e chaves NH).

O transformador aéreo pode ser fixado diretamente no poste?

Não, o transformador requer um acessório para fixação no poste.

Existem produtos diferentes para cada modelo de poste, ou seja, suportes de fixação para postes circulares e duplo T.

Quando devo realizar a manutenção preventiva?

Os registros operacionais devem ser obtidos por meio de leituras dos instrumentos indicadores, ocorrências extraordinárias relacionadas ao transformador, bem como qualquer evento relacionado ou não à operação do sistema elétrico, que possa afetar o desempenho e/ou as características intrínsecas do equipamento. Recomenda-se a leitura diária dos indicadores de temperatura (observar a temperatura ambiente) do indicador de nível de óleo, da carga e da tensão do transformador. Verifique se a corrente, durante o horário de pico de carga, não excede seu valor nominal, para evitar que o transformador ultrapasse a elevação de temperatura especificada pelas normas.

Quando devo utilizar um transformador a seco?

De acordo com a norma NBR 14.039, o transformador a seco deve ser utilizado quando a subestação transformadora for parte integrante de uma edificação industrial e/ou comercial, mesmo que existam paredes de alvenaria e portas corta-fogo.

Qual é o grau de proteção?

A norma NBR IEC 60529 – Graus de proteção fornecidos por invólucros é aplicada para classificar os graus de proteção em invólucros de equipamentos elétricos com tensão nominal não superior a 72,5 kV. É a partir desta norma que temos as classificações do grau de proteção contra a entrada de água e partículas de diversos equipamentos que conhecemos.

Manutenção em transformadores a seco?

“Isenção de manutenção” é um argumento normalmente utilizado por fabricantes de transformadores a seco para reforçar os benefícios deste tipo de equipamento. Embora ofereçam vantagens em termos de atividades de manutenção, é importante destacar que transformadores a seco requerem intervenções, inspeções e testes periódicos, como qualquer outro equipamento, para operar de forma adequada e segura. Nesse sentido, é importante estabelecer um cronograma de atividades frequentes, para que problemas como: aquecimento excessivo, acúmulo de sujeira e contaminantes que podem causar perda da capacidade de refrigeração e consequente perda de potência, deformações ou danos estruturais e potenciais falhas no equipamento sejam evitados.

Qual a função do controlador de temperatura para transformador a seco?

O controlador foi desenvolvido para monitorar até 3 (três) canais de temperatura simultaneamente e é utilizado para proteger e monitorar a temperatura de transformadores a seco.

Quais são as conexões dos cabos para o transformador de pedestal?

Os cabos de média tensão são conectados ao transformador de pedestal por meio de conectores isolados blindados, TDC (terminal desconectável em cotovelo) e/ou TDR (terminal desconectável reto). Eles são divididos em duas categorias: deadbreak para desconexão sem carga e loadbreak para desconexão com o equipamento energizado. Ambos os modelos devem ser especificados de acordo com a norma de cada concessionária. Conectores padrão para transformadores convencionais são utilizados para conexões de baixa tensão.

Qual a finalidade de um fusível limitador de corrente?

Os fusíveis limitadores de corrente devem proteger o transformador contra defeitos internos no tanque, considerados de baixa impedância e instalados internamente imersos no óleo do tanque, e seu funcionamento implica na abertura do transformador para análise/reparo.

Como devo solicitar serviços durante o período de garantia?

Você deve entrar em contato com o Representante da região.

O que devo fazer se o transformador apresentar algum problema fora do período de garantia?

O consumidor pode realizar o conserto doo transformador em qualquer empresa de sua preferência. Caso necessite de alguma orientação, entre em contato com o Representante da Região.

O que é o Portal do Cliente?

O Portal do Cliente Romagnole é uma área destinada ao autoatendimento dos clientes das empresas do Grupo Romagnole. Os clientes podem consultá-lo e emitir 2ª via de documentos sem precisar entrar em contato com a empresa por telefone ou e-mail. Mais agilidade e praticidade para facilitar o acompanhamento dos pedidos.

Quais recursos estão disponíveis no Portal do Cliente?

O Portal já conta com a possibilidade de imprimir 2ª via de notas fiscais 2a Via de notas ficas e 2a via de boletos. O Acompanhamento de Pedidos e outros recursos estarão disponíveis em breve.

Qual é o link para o Portal do Cliente?

Acesse a página inicial do nosso site, no menu superior clique em “Área do Cliente” e depois em “Portal do Cliente” ou clique aqui.

Como acesso o Portal do Cliente pela primeira vez?

Os clientes elegíveis para acessar o Portal do Cliente devem acessar https://portaldocliente.romagnole.com.br/firstAccess e informar o endereço de e-mail cadastrado. Em seguida, receberão uma mensagem em sua caixa de entrada solicitando o cadastro da senha. Após confirmar o e-mail e cadastrar a senha, o cliente poderá acessar o Portal normalmente.

O que devo fazer se esquecer minha senha?

O cliente deve clicar em “Esqueci minha senha”, logo abaixo dos campos de login e senha no Portal do Cliente. Um link será enviado para o e-mail para o cadastro de uma nova senha. Importante: por motivos de segurança, o cliente tem 20 minutos para acessar o link e alterá-la. Caso perca esse prazo, deverá retornar ao Portal do Cliente e solicitar a alteração da senha novamente.

Para quais empresas do Grupo Romagnole posso oferecer autoatendimento no Portal do Cliente? As empresas do Grupo Romagnole com recursos ativos no Portal do Cliente são:

– Romagnole Produtos Elétricos

– Onix Distribuidora de Produtos Elétricos

– Acrom Aços Perfilados e Cortadores

– Concrefort Concreto

– Avimaq Ferragens

Como sei se tenho direito a acessar o Portal do Cliente?

Em breve, todos terão acesso ao Portal, mas primeiro é necessária uma atualização cadastral do cliente, que ocorre inicialmente no momento da geração do pedido comercial ou no momento do faturamento. Ou seja, novos pedidos e faturas já estão sendo atualizados e são elegíveis para acessar o Portal do Cliente.

Posso solicitar uma atualização cadastral para ter direito a acessar o Portal do Cliente?

Sim, você pode. A equipe de vendas atualizará seu cadastro e, em aproximadamente 1 hora, você receberá um e-mail de boas-vindas para acessar o Portal do Cliente.